Estudantes do 5º ano da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Custódia Dias de Campos, no bairro de Lourdes, participaram do lançamento de foguetes desenvolvidos por eles para a Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG). A atividade reuniu alunos, professores e familiares no Parque Pedra da Cebola, em um momento de aprendizagem prática, integração e incentivo à ciência.
A OBAFOG é uma olimpíada de caráter experimental que desafia estudantes a construir e lançar foguetes, individualmente ou em equipes, com o objetivo de alcançar a maior distância possível a partir de uma base de lançamento. Aberta a escolas públicas e privadas de todo o país, a iniciativa estimula o interesse pela ciência, tecnologia e astronomia por meio de atividades investigativas e criativas.
A professora do 5º ano Mônica Noronha, responsável pela orientação do projeto, acompanhou o desenvolvimento dos foguetes junto aos estudantes. Durante a atividade, os três lançamentos com maior alcance foram das estudantes Maia Kuster Bodart, do 5º ano, que conquistou o primeiro lugar com 61,20 metros; Anna Carolina Peisino de Oliveira, também do 5º ano, em segundo lugar, com 51,10 metros; e do estudante Davi Lucas Gonçalves da Silva, do 5º ano, que ficou em terceiro lugar, com 50,12 metros.
Para a diretora da unidade, Sidnea Miranda, a experiência vai além da aprendizagem em sala de aula. "A participação na Olimpíada Brasileira de Foguetes desperta o interesse dos estudantes pela ciência, tecnologia e astronomia de forma prática e divertida. Além disso, fortalece o protagonismo dos alunos e aproxima as famílias do processo educativo, tornando a aprendizagem ainda mais significativa", destacou.
A presença das famílias também marcou a atividade. Mãe da estudante Maia Kuster Bodart, Géssica Bodart ressaltou a importância de acompanhar de perto o desenvolvimento da filha. "Participar desses momentos demonstra interesse pelo que eles fazem e fortalece os vínculos. Ver minha filha envolvida em algo que ela construiu e poder estar presente faz toda a diferença", afirmou.
Já o estudante Hendrick Gonçalves Pereira Martinelli, do 5º ano, celebrou a experiência. "Foi muito legal construir os foguetes com a turma e agora vê-los sendo lançados. A gente aprendeu bastante e está torcendo para a escola ir bem", contou.