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Unidades de ensino têm atividades em alusão ao Dia da Consciência Negra

Publicada em 19/11/2021, às 18h40 | Atualizada em 19/11/2021, às 18h50

Por Brunella França (blfrancaeira$4h064+pref.vitoria.es.gov.br), com edição de Andreza Lopes


  • Educação de qualidade

Foto Divulgação
Dia da Consciência Negra
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Dia da Consciência Negra

Em alusão ao Dia da Consciência Negra, vários Centros Municipais de Educação Infantil (Cmei) e Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emef) de Vitória, prepararam programações com diversão, conhecimento e conscientização, para crianças e estudantes, em alusão a essa data histórica.

No Cmei Ocarlina Nunes de Andrade, em Joana D’arc, toda a equipe escolar se mobilizou para que esta sexta-feira (19) fosse recheada de atividades, todas com foco no tema “Diversidade e Relações Étnico-Raciais”.

Tem contação de história, roda de conversa, apresentação musical, danças afro e muito mais! O destaque fica para a presença do autor e ilustrador Gió Araujo, que participará de uma roda de conversa com as crianças após contação de história do livro, “Este é meu cabelo!”, de sua autoria.

Nas palavras das pedagogas Guida Mesquita, Lessara Brandão e da diretora Maria da Penha, o objetivo da ação é reforçar o conceito de uma educação inclusiva abordando sobre a diversidade e a individualidade de cada um, dando visibilidade e protagonismo a todas as crianças e contribuindo, assim, para que cada um aceite suas características.

Semana da Consciência Negra

No Cmei Luiz Carlos Grecco, no bairro Ilha de Santa Maria, a equipe escolar promoveu a “Semana da Consciência Negra”. Ao longo desta semana, os dias foram cheios atividades que envolvendoos pequenos. Teve apresentação de músicas temáticas, oficina de tranças e penteados afro, contação de lendas africanas, apresentação de super-heróis negros, além de outras atividades, sempre aliando muita diversão e conhecimento.

O Cmei Rubens Duarte de Albuquerque, em Itararé, também promoveu uma semana especial para os pequenos. Em parceria com o Serviço de Engajamento Comunitário (Secri), a programação teve contação de histórias, apresentação de capoeira e dança, workshop de tranças e penteado afro e, para finalizar, uma sessão de cinema com exibição de filmes com temática de consciência negra e valorização da cultura afro.

E no Cmei Yolanda Lucas da Silva, em Inhaguetá, no dia 11 de novembro, teve apresentação da banda de congo Piapitangui, repleta de tambores, cores e muita alegria. A diretora da unidade de ensino, Zenaira Ramos, contou sobre a ação, que teve iniciativa da pedagoga do Cmei, Valeria Polleti.

“Ao oportunizamos às crianças o conhecimento das diferentes culturas, tecemos saberes no cotidiano em meio à diversidade. É fundamental que as crianças aprendam cada vez mais a se amar e enxergar a beleza que está em cada detalhe das diferenças humanas”, contou.

Construção coletiva

Na Emef Adilson Silva Castro, em Monte Belo, as professoras Sheila Vidal, Joelma Fritz, Lana Nubia e Naiara Mendes trabalharam em conjunto para promover dias especiais de promoção do Dia da Consciência Negra. Desde o mês passado, várias atividades foram desenvolvidas para envolver os estudantes do 1º ao 4º ano na temática.

Dentre as atividades, um painel temático foi exposto no laboratório de informática, para despertar a curiosidade e interesse dos estudantes. Sempre trabalhando com cores, arte e valorização da cultura africana, teve atividade de confecção de máscaras africanas e bonecas Abayomi e oficina de conhecimento de palavras de origem africana.

Outra ação importante foi a apresentação e leitura dos livros “O Cabelo de Lelê”, da autora Valéria Belém, “Princesas Negras”, de autoria de Ariane Meireles e Edileuza Souza, e “Zumbi, O Menino que Nasceu e Morreu Livre”, de Janaina Amado.

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