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Bairro Maria Ortiz recebe ação de combate à violência contra a mulher neste sábado (29)

Publicada em | Atualizada em

Por Deyvison Longui (dlbatistaeira$4h064+pref.vitoria.es.gov.br), com edição de Andreza Lopes


  • Igualdade de gênero
  • Paz, justiça e instituições eficazes
  • Parcerias e meios de implementação

Jansen Lube
Campanha dos 16 Dias de Ativismo/Vitória pelo fim da violência contra as mulheres

Neste sábado (29) a feira livre do bairro Maria Ortiz recebe a última edição de 2025 da ação "Maria da Penha Vai à Feira", iniciativa da Secretaria Municipal de Cidadania, Direitos Humanos e Trabalho (Semcid). A atividade, que ocorrerá das 8h às 10h, integra a campanha "16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres", reforçando a importância da prevenção, da informação e do acolhimento nos territórios da capital, que continua com outras atividades.

Assim como nas outras edições realizadas ao longo da campanha, a ação leva para o cotidiano das mulheres informações essenciais sobre seus direitos, os serviços da rede de proteção e os canais de denúncia, aproximando o poder público da comunidade e fortalecendo a cultura de enfrentamento à violência de gênero.

 Escuta e acolhimento

Para o secretário municipal de Cidadania, Direitos Humanos e Trabalho de Vitória, Luciano Forrechi, levar a ação para uma feira livre significa ocupar espaços de convivência com cuidado e informação. "As feiras são lugares onde a cidade pulsa. Estar ali, conversando com as mulheres, ouvindo suas histórias e oferecendo apoio, é fundamental para reforçar que Vitória tem uma rede preparada para acolher, orientar e proteger. Essa presença cotidiana é o que efetivamente transforma realidades", destacou.

Durante a manhã, equipes da Semcid vão distribuir materiais informativos sobre os direitos das mulheres, o funcionamento da rede municipal de acolhimento e os canais de denúncia. Profissionais do Centro de Referência de Atendimento à Mulher em Situação de Violência (Cramsv) e de outros serviços da rede estarão disponíveis para escuta, orientação e encaminhamentos necessários.

A gerente de Proteção à Mulher, Adelina Diniz, reforça que a presença da ação nas feiras é uma estratégia de proximidade e sensibilização."O bairro Maria Ortiz traz no próprio nome a força de uma mulher, uma heroína capixaba que enfrentou, com coragem, uma estrutura de violência e opressão. Quando ocupamos as feiras com mensagens de respeito, empatia e proteção, honramos essa história e mostramos que o enfrentamento à violência é uma tarefa coletiva. Queremos que cada mulher saiba que não está sozinha e que Vitória está comprometida em garantir que todas vivam livres de qualquer forma de violência", afirmou.

 Rede de apoio

Em Vitória, a rede municipal de proteção oferece atendimento humanizado, articulação entre serviços e diversas portas de entrada para acolher mulheres em situação de violência. Entre elas estão o Cramsv, a Casa Rosa, o Botão Maria da Penha, além de ações comunitárias, oficinas de fortalecimento e iniciativas que promovem autonomia financeira, elemento fundamental para romper ciclos de violência.