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Centro Pop Continental faz ação alusiva ao dia 18 de maio

Publicada em | Atualizada em

Por Rosa Blackman (rosa.adrianaeira$4h064+pref.vitoria.es.gov.br), com edição de Julia de Almeida


  • Erradicação da pobreza
  • Fome zero e agricultura sustentável
  • Redução das desigualdades
  • Paz, justiça e instituições eficazes

Divulgação Semas
Centro Pop Continental - Dia do Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Quando o assunto é o enfrentamento e o combate ao abuso e à violência sexual contra crianças e adolescentes, toda a sociedade deve participar. O Centro de Referência para Pessoa em Situação de Rua (Centro Pop) Continental promoveu uma ação inédita ao realizar uma roda de conversa voltada para discutir as sequelas e os traumas que acometem essa população, assegurando um espaço essencial de acolhimento e escuta qualificada para as pessoas em situação de rua.

Intitulada "A Criança que Grita Dentro de Mim: Ela Foi Amparada?", a atividade permitiu que o grupo atendido pelo Centro Pop Continental compartilhasse memórias de medo, desconfortos da infância e segredos pesados que carregavam desde muito jovens. "A iniciativa reforça o papel da assistência social na reparação de danos e na devolução da dignidade a esses cidadãos", comentou a coordenadora Elisabeth Bretãs.

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Centro Pop Continental - Dia do Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Ela explicou que falar sobre o amparo dessa criança interna não é preciosismo, mas sim um processo de cura. Segundo a coordenadora, uma pessoa adulta que consegue olhar para as suas próprias dores e entender que hoje está segura se torna um escudo muito mais forte para proteger as crianças do presente.

Elisabeth Bretas comentou ainda que o compromisso da atividade é oferecer uma oportunidade para que os atendidos possam pactuar o que pode ser salvo.

A secretária de Assistência Social, Carla Scardua, reforçou a importância da ação como uma ferramenta de garantia de direitos. Carla Scardua afirmou que o atendimento à população em situação de rua deve ir além da oferta de abrigo e alimentação, sendo fundamental promover espaços de cuidado com a saúde mental e superação de traumas históricos. 

A secretária de Assistência Social pontuou que validar as vivências dessas pessoas e oferecer suporte emocional é um passo decisivo para romper ciclos de vulnerabilidade e garantir a cidadania plena.