Prefeitura Municipal de Vitória

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Histórico e Cultural

Vitória foi fundada oficialmente no dia 8 de setembro de 1551. A cidade manteve seu traçado colonial até o início do século XX, quando foram produzidas mudanças urbanas e o perfil do território foi alterado por grandes aterros e obras viárias. Apesar dessas grandes transformações a área central conservou um grande acervo cultural, com patrimônios datados dos séculos XVI ao XX, por meios dos quais a memória da sociedade capixaba encontra grande parte de sua história.

Dos 51 pontos turísticos e culturais que integram a área, sete são monitorados pelo VISITAR no qual turistas e moradores contam com o atendimento de profissionais capacitados de quarta a domingo, inclusive feriados, das 13 às 17 horas para apresentar gratuitamente aspectos históricos, arquitetônicos e culturais de cada espaço.

Monumentos monitoriados pelo VISITAR:

Paneleiras de Goiabeiras

André Sobral

Corredores do Galpão das Paneleiras

A fabricação artesanal das panelas de barro é oficio das paneleiras de Goiabeiras., constituindo  um saber passado por gerações há mais de 400 anos. A técnica utilizada é de origem índigena caracterizada por modelagem manual, queima a céu aberto e aplicação da tintura de tanino. Esse saber foi apropriado dos índios, por colonos e descedentes de escravos que vieram ocupar a margem do manguezal.

A panela de barro de Goiabeiras, a torta e a moqueca capixabas são ícones da identidade local. O ofício das paneleiras foi reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro, registrado em 2000, no Livro dos Saberes, do Instituto do Patrimônio Artístico Nacional – IPHAN.

Onde fica

Galpão das Paneleiras

Rua Leopoldo Gomes Salles, 55, Goiabeiras, Vitória – ES - Ver no mapa

Horário de funcionamento

Segunda a sábado, das 8h às 18h30.

Domingos, das 9h às 15h.

Tel: (27)3327-0519

Última atualização em 19/01/2017

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Catraeiros

Registros comprovam que no início do século XVI já havia serviços regulares de travessia da Baía de Vitória realizado por barqueiros. Segundo os historiadores, é plausível associar o aparecimento das embarcações remadas pelos catraeiros ao desenvolvimento econômico da cidade, fortalecido pelo início das exportações de café e pelo crescimento populacional de Vitória e Vila Velha, que induziram uma maior demanda de fluxo dessas embarcações. O trabalho dos catraeiros vem da histórica dependência da Ilha de Vitória pelos serviços de barcagem nas águas de sua baía.

As catraias seculares representam nossa história náutica, um importante patrimônio histórico e cultural, transportando além de moradores e mercadorias, turistas que desfrutam de passeios ao Convento da Penha, Penedo e Museu da Vale.

Onde fica

Av. Marechal Mascarenhas de Moraes, Centro Histórico, Vitória – ES - Ver no mapa

Última atualização em 31/10/2016

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Ilha das Caierias

Localizada no lado noroeste da Ilha de Vitória, teve sua ocupação iniciada com o primeiro donatário da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho. A Ilha foi centro de movimentação comercial, pois o escoamento  da produçaõ de café era feito em canoas por rio até a baía noroeste antes de chegar no Porto de Vitória.

Originada de uma vila de pescadores, a comunidade possui um estreito relacionamento com a pesca que, junto com  atividade de desfiar siri e a tradição gastronômica, consolidam a cultura local. A região é conhecida por abrigar as Desfiadeiras de Siri e restaurantes de culinária típica. Do local os visitantes podem avistar diversos monumentos naturais.

Onde fica

Rod. Serafim Derenzi e Rua Felicidade Correia dos Santos, Ilha das Caieiras, Vitória, ES - Ver no mapa

Última atualização em 31/10/2016

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Igreja Nossa Senhora do Rosário

Carlos Antolini

Interior da igreja com pessoas rezando

Arquivo Secom

Grupo de pessoas em frente a Igreja do Rosário

Iniciada em 1765, sua estrutura foi erguida em dois anos pela Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos.

A igreja é afastada do núcleo original da povoação de Vitória e a entrada principal é acessada por uma extensa escadaria, na época voltada para o mar. Um cemitério foi construído ao lado da Igreja, garantindo um enterro para os irmãos negros, já que os cemitérios públicos não os aceitavam, fossem alforriados ou escravos.

Em 1833, a imagem de São Benedito foi roubada do Convento de São Francisco e levada para a Igreja do Rosário. Este fato deu início as famosas disputas entre Peroás e Caramurus, como eram denominados os membros das irmandades.

Tombada como patrimônio histórico nacional, a igreja mantém as características originais da fachada colonial e o frontão barroco, além do cemitério e dos ossários em seus corredores.

Ao lado, foi construída a "Casa de Leilão", que tinha o nobre exercício de arrecadar verbas para comprar a alforria de escravos.

* Visitas monitoradas e gratuitas, de  quarta a domingo, inclusive feriados, das 13 às 17 horas

Onde fica

Rua do Rosário, Centro.

Última atualização em 18/01/2017

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Igreja e Convento Nossa Senhora do Carmo

Arquivo SECOM/PMV

Altar da Igreja do Carmo

Arquivo SECOM/PMV

Fachada da Igreja do Carmo

O Convento de Nossa Senhora do Monte do Carmo foi fundado em 1682 por padres carmelitas. O conjunto era formado pelo convento propriamente dito, pela Igreja de Nossa Senhora do Monte do Carmo e pela Capela da Ordem Terceira. Todos possuíam estilo colonial, com linhas barrocas.

Em em 1872, o edifício foi assumido  pelo governo provincial que o utilizou em várias funções, inclusive a de  quartel militar. Entre 1910 e 1913 passou por reformas ganhando mais um andar, enquanto a igreja recebia uma roupagem eclética, a influência do estilo gótico. A capela  que ficava ao lado da igreja foi demolida em 1930. em 1984 sua fachada foi tombada pelo Conselho Estadual de Cultura. A Igreja dispões de imagens em seus altares e quadros da Via-Crucis.

* Visitas monitoradas e gratuitas, de  quarta a domingo, inclusive feriados, das 13 às 17 horas Atualmente fechada para obras de reforma do teto da igreja pela Mitra Arquiodiocesana de Vitória.

Onde fica

Ruas Coronel Monjardim e Coutinho Mascarenhas, Centro - Ver no mapa.
Telefone: (27) 3223-0158

Última atualização em 11/01/2017

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Convento de São Francisco e Capela Nossa Senhora das Neves

Paula Barreto

Sinalização turísitca

Elizabeth Nader

Convento São Francisco

(Ampliar imagem)

Construído no final do século XVI pelos padres franciscanos o convento foi pioneiro no abastecimento de água em domicílio na cidade. Além da igreja dedicada a São Francisco, a edificação abrangia as dependências necessárias ao monastério e a Capela da Ordem Terceira da Penitência.

A esse conjunto foi acrescentado, posteriormente, um cemitério municipal, que funcionou até 1908. Próximo ao local, uma capela sob a invocação de Nossa Senhora das Neves passou a ser necrotério. A capela, em arquitetura colonial, ainda hoje permanece nas dependências do convento.

O Convento abrigou diversas irmandades, dentre elas a Irmandade de São Benedito, que se reunia na Capela da Venerável Ordem Terceira e movimentava a cidade com suas festas e procissões. Com o tempo, o Convento ficou ocioso e as autoridades civis passaram a requisitá-lo para diversas finalidades, funcionando como escola e enfermaria para atender às vitimas das constantes epidemias que atacavam a cidade na metade do século XIX.

A partir daí, abrigou diversos usos como, orfanato, residência episcopal, rádio, colégio e residência das Irmãs Carmelitas. Atualmente abriga a Cúria Metropolitana e diversas entidades ligadas a Igreja Católica.

O  frontispício, reformado em 1744 e 1784, foi o que restou do conjunto arquitetônico original do Convento São Francisco. Tombado pelo Conselho Estadual de Cultura em 1984, demarca o espaço do que foi o primeiro Convento Franciscano construído na Região Sul do Brasil Colônia.

* Visitas monitoradas e gratuitas, de  quarta a domingo, inclusive feriados, das 13 às 17 horas

Onde fica

Rua Soldado Abílio dos Santos, 47 - Cidade Alta - Ver no mapa.
Telefone: (27) 3223--6711

Última atualização em 18/01/2017

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Capela de Santa Luzia

Paula Barreto

Capela de Santa Luzia

Foto Setur

Interior da Capela Santa Luzia

É a igreja mais antiga de Vitória. Foi erguida no século XVI sobre uma rocha, em estilo colonial, com traços arquitetônicos simples e edificada na fazenda de Duarte Lemos, na sesmaria doada pelo primeiro donatário da Capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho.

Construída em pedra e cal de ostra e coberta com telhas de barro, apresenta as mesmas características das outras igrejas do Espírito Santo: nave retangular, mais longa e mais alta do que a capela-mor. Tem como peculiaridade uma única porta de acesso, coroada com um pequeno frontão, datado do século XVIII, ao lado da torre sineira.

Em 1943 foi restaurada e fincionou como galeria de arte e Museu de Arte Sacra. Considerada uma obra de grande valor histórico e Cultural, a Capela de Santa Luzia é um marco do início da colonização do Espírito Santo. Foi tombada pelo IPHAN em 1946.

* Visitas monitoradas e gratuitas, de  quarta a domingo, inclusive feriados, das 13 às 17 horas (serviço atualmente suspenso por obras de restauro pelo Iphan)

Onde fica

Rua José Marcelino, s/nº - Centro - Ver no mapa.
Telefone: (27) 3223-0606

Última atualização em 18/01/2017

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Catedral Metropolitana de Vitória

Arquivo PMV/Secom

vista de cima da catedral de vitória

Samira Gasparini

Missa na Catedral Metropolitana de Vitória

A Catedral Metropolitana de Vitória começou a ser construída em 1920 e foi concluída em 1970. O projeto inicial era de Paulo Motta, o mesmo que projetou o Parque Moscoso, e foi se modificando com o passar dos anos, tendo recebido colaboração de vários artistas e arquitetos.

Ela ocupou o lugar onde, até 1918, havia uma igreja chamada Igreja de Nossa Senhora da Vitória, que era a Matriz da cidade. Era uma igreja de estilo colonial, que começou a ser edificada em 1551, quando Vitória ainda se chamava Vila Nova, no período do primeiro donatário da capitania do Espírito Santo, Vasco Fernandes Coutinho.

Com a criação da Diocese do Espírito Santo (1895) e a nomeação do primeiro bispo, Dom João Batista Correia Nery, a igreja recebeu o título de Catedral. Posteriormente, deteriorada e considerada pequena demais para comportar o crescente número de fiéis, foi demolida com o intuito de ser substituída por uma igreja maior, de acordo com o desejo de modernizar a capital do estado.

Símbolo da cidade de Vitória, a Catedral foi tombada pelo Conselho Estadual de Cultura, em maio de 1984. Destaca-se no ambiente por sua imponência e por possuir arquitetura eclética com característica neogótica. Tem como destaque os maravilhosos vitrais de suas paredes.

* Visitas monitoradas e gratuitas, de  quarta a domingo, inclusive feriados, das 13 às 17 horas

Onde fica

Praça Dom Luiz Scortegagna - Centro - Ver no mapa.
Teflefone: (27) 3223-0590

Última atualização em 18/01/2017

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Igreja de São Gonçalo

Marcos Salles

Fachada da Igreja São Gonçalo

Thalles Waichert

turista em frente a fachada da igreja do Rosário

Conhecida como a igreja dos casamentos duradouros, o local abrigou a capela construída pela Irmandade de Nossa Senhora do Amparo e da Boa Morte. Em 1715, a irmandade solicitou a construção de uma nova igreja, consagrada a São Gonçalo Garcia. Em 2 de novembro 1766, com a presença do Visitador Diocesano, padre Antônio Pereira Carneiro, e do vigário da vila de Vitória, Antônio Xavier, a igreja foi consagrada a este santo português. 

No século XIX, a Irmandade torna-se Confraria. Posteriormente, a Confraria de Nossa Senhora da Boa Morte e Assunção tornou-se uma Arquiconfraria, sendo a única a receber esse título em Vitória.

Diante da desapropriação da Igreja de São Tiago e da demolição da Igreja Matriz, a igreja de São Gonçalo serviu como sede paroquial e exerceu as funções de Catedral. Sua fachada e altar-mor, com entalhes em madeira pintados a ouro, possuem características da arquitetura barroca. Foi tombada pelo IPHAN em 1948.

* Visitas monitoradas e gratuitas, de  quarta a domingo, inclusive feriados, das 13 às 17 horas

Onde fica

Rua São Gonçalo - Centro - Ver no mapa.
Telefone: (27) 3233-2856

Última atualização em 10/01/2017

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Basílica de Santo Antônio

Edificação projetada e construída entre as décadas de 1950 e 70. a perfeição e simetria das formas remete a igreja bramantesca de Nossa Senhora da Consolação, um templo do século XVI, da cidade de Todi, na Itália. Os padres pavonianos contaram com a ajuda dos moradores do bairro de Santo Antônio, em mutirão, na construção do Santuário, hoje elevado a basílica. Foi dedicado ao antigo santo padroeiro da Cidade.

Onde fica

Av. Santo Antônio, 2030 – Santo Antônio, Vitória – ES - Ver no mapa

Tel:(27)3332-0373 -  de segunda a sábado, das 8 às 12h, e de 14 às 17h

Última atualização em 27/12/2016

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Palácio Anchieta

Victor Nogueira

Prédio do Palácio Anchieta iluminado

O Palácio Anchieta é uma das sedes de governo mais antigas do Brasil. Foi construído inicialmente para abrigar o colégio jesuíta. Com a chegada dos padres Brás Lourenço e José de Anchieta à cidade, a construção recebeu uma base mais sólida. Anchieta foi um dos personagens mais significativos da ordem jesuíta no Brasil, e ficou conhecido pelo trabalho com os nativos da Região Sudeste. O túmulo simbólico do religioso se encontra no local onde era o altar-mor da antiga igreja.

Até 1760, o Palácio Anchieta abrigou o Colégio de São Tiago, que ensinava a ler, a escrever, além de Filosofia e Teologia. O colégio também era a sede administrativa e a sede das missões dos jesuítas no Espírito Santo. Já a Igreja de São Tiago servia espiritualmente à sociedade.

Em meados do século XVIII, por ordem de Dom José, rei português, os jesuítas foram expulsos de Portugal e de suas colônias. Como consequência, os bens da ordem foram incorporados ao Governo. Com isso, o colégio é transformado em sede do Governo e passou a abrigar, também, vários outros serviços, como o Hospital Militar, o Quartel e a Fazenda.

De 1908-1912, no Governo de Jerônimo Monteiro, foram realizadas reformas e a igreja foi desativada e totalmente descaracterizada. Nesse período, a fachada foi remodelada pelo engenheiro francês Justin Norbert e recebeu diversos elementos em estilo eclético.

*Visitas guiadas e gratuitas:

  • Na parte histórica, de terça a sexta-feira, das 9 às 17 horas.
  • Na antiga residência dos governadores e  gabinete, aos sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 16 horas

Onde fica

Rua Pedro Palácios - Centro Histórico, Vitória, ES - Ver no mapa

Tel: (27)3636-1032 e 3636-1048.

Última atualização em 25/01/2017

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Theatro Carlos Gomes

Diego Alves

Homenagem as mulheres

(Ampliar imagem)

Marcos Salles

Teatro Carlos Gomes

Foi edificado numa época em que o município de Vitória passava por importantes transformações urbanas, que visavam à transformação da cidade em uma capital "moderna". Ele foi edificado no Governo de Florentino Avidos (1924-1928).

Em 1924, o único teatro da cidade, o Melpômene, foi parcialmente destruído por um incêndio e o governo aproveitou a oportunidade para alargar a Praça Costa Pereira e abrir a Rua Sete de Setembro. Por utilizar a área do teatro para ampliação da praça, a administração estadual assumiu o compromisso com o município de que seria erguido um novo teatro.

Então, o Theatro Carlos Gomes foi edificado por iniciativa do arquiteto autodidata e construtor André Carloni. No prédio, aproveitaram-se as colunas de ferro fundido do antigo Melpômene, na sustentação dos balcões e galerias. A obra foi concluída em janeiro de 1927 e tem um estilo arquitetônico eclético.

Em 1929, com a crise do café, o teatro foi arrendado a uma firma particular e passou a funcionar também como cinema. Pouco tempo depois, foi vendido ao Governo Estadual, que passou a administrá-lo. O Theatro Carlos Gomes foi restaurado, pois seu terreno sofreu instabilidade, já que foi construído em área de aterro sobre o mar. Foi tombado pelo Conselho Estadual de Cultura em 1983.

* Visitas monitoradas e gratuitas, de  quarta a domingo, inclusive feriados, das 13 às 17 horas

Onde fica

Praça Costa Pereira - Centro - Ver no mapa.
Telefone: (27) 3132-8396  e 3132-8399

Última atualização em 09/01/2017

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Centro Cultural SESC Glória

Elizabeth Nader

Teatro Glória

Edificado em concreto armado e revestimento em pó de pedra o Teatro Glória foi projetado pelo arquiteto alemão Ricardo Wright e apresenta elementos da arquitetura eclética com uso de sacadas, balaústres e o coroamento com cúpula na esquina.
Primeira construção com cinco andares da cidade. Adquirido pelo SESC, abriga um novo Centro Cultural de excelência Nacional. Possui teatro, cinema e salas para apresentações culturais.

Onde fica

Av. Jerônimo Monteiro, 428 - Centro Histórico, Vitória – ES - Ver no mapa
Tel.:(27) 3223-0720

Para visitas panorâmicas acesso ao espaço sob consulta.

Última atualização em 09/01/2017

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Teatro do Sesi

Carlos Antolini

alunos asssistindo peça de teatro

Inaugurado em julho de 2000, o espaço cultural Rui Lima do Nascimento, o Teatro do SESI, é palco de espetáculos nacionais e locais. Além de espetáculos teatrais, o teatro recebe shows musicais, apresentações de dança, festivais, etc.

Possui capacidade para 300 pesooas, ar-condicionado e estacionamento.






Onde fica

Endereço: Rua Tupinambás, 240, Jardim da Penha - Ver no mapa
Telefone: (27) 3334-7323

Última atualização em 09/01/2017

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Teatro da UFES

Carlos Antolini

Campus da Ufes

Localizado no Campus de Goiabeiras, o Teatro Universitário é um importante espaço para a realização de eventos culturais como danças, apresentações teatrais, shows e eventos acadêmicos, como seminários, exposições, conferências e congressos.
Para que eventos deste porte pudessem ser realizados, o teatro foi todo equipado com som, luz e cenotécnica. Sua estrutura conta com grande estacionamento, 650 lugares e todo aparato técnico necessário para a execução de pequenos, médios e grandes eventos locais, nacionais e internacionais.

Onde fica

Av. Fernando Ferrari, s/n, Campus Universitário, Goiabeiras, Vitória – ES - Ver no mapa
Telefone: (27) 3335-2953

Última atualização em 21/02/2017

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Museu de Arte do Espírito Santo - MAES

Samira Gasparini

Exposição  Triunfos do carnaval no Maes

Kadidja Fernandes

MAES

Construído nos anos de 1924 e 1925 é o primeiro de uma série de prédios públicos construídos por Florentino Avidos para dotar o Estado de infraestrutura e apresentar a população à nova arquitetura para  a cidade. Implantado em terreno de esquina, apresenta um estilo eclético de arquitetura. Tombado pelo Conselho Estadual de Cultura em 1983, abrigou serviços públicos e, em 1998, foi inaugurado como Museu de Arte do Espírito Santo Dionísio Del Santo. Possui área com cinco salas e hall, além de auditório para 40 pessoas. Oferece exposições de arte e ações educativas como palestras, oficinas, cursos e seminários nas áreas de Artes, Patrimônio e Museologia. O local abriga ainda um acervo e uma biblioteca.

*  Acesso ao espaço durante as exposições ou para consultas na Biblioteca. Atualmente fechado para obras pelo Governo do Estado.

Avenida Jerônimo Monteiro, 557, Centro Hitórico, Vitória  - ES - Ver no mapa
Telefone: (27) 3132-8393
Horário de visitação: 
De terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas, e sábado, domingo e feriados, das 12 às 18 horas

Última atualização em 11/01/2017

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Museu Capixaba do Negro - MUCANE

André Sobral

Fachada do MUCANE com carros estacionados em frente

O Museu Capixaba do Negro "Verônica da Pas" (Mucane) é um espaço de convergência de diversos serviços destinados à população. O edifício original foi totalmente restaurado e modernizado. Está equipado com auditório, biblioteca, área de eventos, museu e mezaninos. Entre os objetivos da revitalização está  o de propiciar meios para o desenvolvimento de ações educativas que promovam a conscientização sobre a importância da preservação do patrimônio histórico-arquitetõnico da capital capixaba. O Museu também é um centro de referência à cultura negra.







Onde fica

Avenida República, 121, Centro Histórico, Vitória – ES - Ver no mapa
Telefone: (27) 3222-4560
Funcionamento: de terça a sexta, das 12 às 19 horas
Telefone: 3222-4560

Última atualização em 11/07/2017

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Museu Solar Monjardim

Carlos Antolini

Fundos do Museu Solar Monjardim

Erlon Boechat

Vista da sala do Museu Solar Monjardim

Único museu federal do Espírito Santo. Possui um grande acervo que inclui os mais diversos tipos de objetos como peças de arte sacra, mobiliário, documentos, fotografias, cristais e porcelanas. O Solar Monjardim está atualmente estruturado como um museu-casa, revelando aspectos da vida cotidiana de uma família abastada do século XIX. O museu se localiza no casarão que constituía a antiga sede da fazenda Jucutuquara, cuja construção teve início na década de 1780. Este foi o primeiro edifício tombado em nível nacional no Espírito Santo, em 1940, por ser uma referência expressiva da arquitetura rural colonial brasileira, tendo suas características muito bem conservadas.

Endereço: Avenida Paulino Müller, Jucutuquara - Vitória - ES - Ver no mapa
Telefone: (27) 3223-6609

Última atualização em 27/12/2016

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Museu São Benedito do Rosário

É um pequeno museu localizado no andar superior da Igreja do Rosário, que resgata um pouco da história de peroás e caramurus, apresentando imagens e peças utilizadas pela Irmandade de São Benedito, inclusive antigas vestes e um andor que pesa cerca de 400 quilos, usados pelos fiéis durante as famosas procissões.

Onde fica

Rua do Rosário, Cidade Alta - Centro - Ver no mapa.
Telefone: (27) 3235-7444

Última atualização em 27/12/2016

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Museu do Pescador

Elizabeth Nader

Exposição Fotografica Caieiras Ilha de Luz e Cores no Museu do Pescador na Ilha das Caieiras

O Museu Histórico da Ilha das Caieiras Manoel Passos Lyrio é uma antiga reivindicação da comunidade e se constitui como um museu comunitário. Sua sede é uma antiga casa de secos e molhados, construído na década de 1930.

Fica localizado num celeiro de manifestações culturais, em uma posição central da Região de São Pedro. Desde o final do século XIX, o bairro constituía um ponto de parada de rotas comerciais vindas do interior do Estado através da navegação fluvial realizada no rio de Santa Maria.

Onde fica o Museu

Rua Felicidade Correia dos Santos, 1095, Ilha das Caieiras, Vitória – ES - Ver no mapa

Telefone (27) 3323-9993

De terça a sexta, das 12 às 17h; sábados e domingos, das 12 às 16h

Última atualização em 27/12/2016

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Casa Porto das Artes Plásticas

Elizabeth Nader

Exposição Fotografica Caieiras Ilha de Luz e Cores no Museu do Pescador na Ilha das Caieiras

Construída em 1903, nos estilos do século XX, foi sede da Capitania dos Portos do Espírito Santo por 31 anos. Já serviu de residência de Manoel Silvino Monjardim, filho do Barão de Monjardim. A Casa Porto tem como finalidade promover e sediar eventos culturais ligados às artes plásticas. Abriga exposições de fotógrafos, artistas plásticos e artesãos.





Onde fica

Praça Manoel Silvino Monjardim, 66 - Centro Histórico - Vitória - ES
Ver no mapa

Telefone (27) 3132-5295

De terça a sexta, das 12 às 19 horas, e sábados, das 10 às 14 horas, durante as exposições.

Última atualização em 22/05/2017

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Galeria Homero Massena

A Galeria Homero Massena é um espaço voltado para produção contemporânea de artes visuais. Inclui em sua programação as exposições selecionadas pelos editais anuais, mostras do acervo e ações educativas. As atividades desenvolvidas em cada exposição propiciam a interação entre o público, a obra, o artista, os educadores  e a equipe institucional. Acontecem no espaço visitas mediadas, rodas de conversa com o artista, encontros de educadores e oficinas acessíveis.

Onde fica

Rua. Pedro Palácios, 99 – Centro Histórico, Vitória, ES - Ver no mapa

Telefone (27) 3223-5590

De segunda a sexta, das 9 às 18h, sábados, das 13 às 18h.

* fechada durante o período de montagem das exposições.

Última atualização em 27/12/2016

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Escola de Teatro, Dança e Música FAFI

Marcos Salles

Dançarino levantando dançarina

O prédio onde funciona a FAFI foi projetado pelo arquiteto tcheco Joseph Pitilik e inaugurado em 1926, recebendo diversas ocupações. O golpe militar em 1964 traria à FAFI uma nova história. Parte do seu espaço foi utilizado como depósito dos livros subversivos apreendidos na própria universidade.

Em 1982 foi tombado pelo Conselho Estadual de Cultura e em 1992 começou a funcionar como  Escola de Artes oferecendo oficinas em áreas artísticas. Transformada em Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música oferece cursos de teatro e dança e mantém uma programação cultural ativa.





 

Onde fica

Av. Jerônimo Monteiro, 656 – Centro Histórico, Vitória - ES

Atualmente, a sede da Escola Técnica Municipal de Teatro, Dança e Música Fafi está em obras de restauro e reforma do prédio histórico.

A escola está funcionando em uma sede temporária rua Coutinho Mascarenhas, nº 36, praça Ubaldo Ramalhete, no Centro - Ver no mapa

Funcionamento: das 8 às 21 horas

Telefones: 3381-6921/ 3381-6922

Última atualização em 22/05/2017

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Tancredão

O Centro Esportivo Tancredo de Almeida Neves tem uma área de 52.764,54m². O Ginásio de Esportes coberto tem capacidade de assentos para 1.754 pessoas e recebe diversas competições nacionais e internacionais. Conta com lanchonetes, auditório e salas da administração. As arquibancadas têm áreas reservadas para cadeirantes, cadeiras para obesos e cadeiras para pessoas com mobilidade reduzida. No Tancredão há três academias de ginástica, pista de skate, ciclovia, duas piscinas e arquibancadas.

 Onde fica

Rua Rosilda Falcão dos Anjos, 150, Mário Cypreste, Vitória - ES - Ver no mapa

Telefone (27) 3322-4562

Última atualização em 31/10/2016

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Forte de São João

Tudo começou em 1592, quando o pirata inglês Thomas Cavendish se aproximou com sua esquadra da ilha de Vitória, depois de um saque bem-sucedido a Santos, Estado de São Paulo.

Para se defenderem dos invasores, os habitantes da Vila de Vitória improvisaram, com madeira, pedras e areia os dois fortes na baía: um na base do Morro do Penedo e outro no Morro do Vigia. Depois da expulsão dos piratas, o forte do Penedo foi gradativamente desativado. Já a construção erguida do outro lado da baía foi mantida e deu origem ao Forte São João.

Construído no século XVII na entrada da baía de Vitória, foi projetado para ser uma fortaleza e proteger a ilha de Vitória de invasões estrangeiras por determinação do Conde de Sabugosa. Manteve suas atividades até 1888, posteriormente serviu de sede do Clube de Regatas Saldanha da Gama. Hoje é a única construção com características de fortificação existente na Ilha, que já possuiu mais quatro fortes para a defesa contra os invasores.

Onde fica

Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes, 705 , Bento Ferreira,  Vitória - ES - Ver no mapa

Última atualização em 11/01/2017

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Casarios Coloniais

A Rua José Marcelino abriga os dois únicos sobrados do período colonial que sobreviveram a época das modernizações na cidade de Vitória. Os edifícios são geminados e tem plantas retangulares, com telhados de telhas canal em duas águas e beiral em beira-seveira, apoiado por cimalha.

Ambos foram tombados em 1967 pelo antigo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - SPHAN. O sobrado de número 203/205 abriga hoje a 21ª Superintendência Regional do IPHAN.

Onde fica

Rua José  Marcelino, Centro Histórico, Vitória - ES - Ver no mapa

Última atualização em 31/10/2016

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Viaduto Caramuru

Tadeu Bianconi

Viaduto Caramuru no centro de Vitória visto de baixo

O Viaduto Caramuru foi construído em 1925 com o objetivo de ligar as ruas Dom Fernando e Francisco Araújo e servir de passagem para o bonde, que então circulava pela Cidade Alta. O bonde, entretanto, nunca chegou a atravessar o viaduto, ou porque temiam que ele não aguentasse o peso ou porque o bonde não era capaz de fazer a curva que ligava as ruas ao viaduto.

Logo abaixo se encontra a rua Caramuru, local histórico onde teria ocorrido uma batalha contra holandeses que tentaram invadir a ilha em 1640. Naquela época, a ladeira levava ao Cais São Francisco, utilizado pelos freis do Convento São Francisco.

O nome do viaduto, e da rua sob ele, foi dado em homenagem aos Caramurus, membros da Irmandade de São Benedito do Convento São Francisco, que foi extinta no início do século XX. O nome surgiu a partir de conflitos com os irmãos de outra irmandade do mesmo santo, situada na Igreja do Rosário, que receberam o nome de Peroás.

Durante a década de 1930, algumas casas que ficavam próximas ao viaduto foram derrubadas para o alargamento da rua Caramuru e do viaduto, situado próximo também da Igreja de São Gonçalo. O viaduto foi reformado durante as décadas seguintes.

Onde fica

Rua Caramuru, Cidade Alta - Centro Histórico, Vitória - ES - Ver no mapa

Última atualização em 09/01/2017

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Mercado São Sebastião

André Sobral

Palco do Mercado da Música no Mercado são Sebastião

Edificado em 1945, época de grande prosperidade econômica em que Vitória buscava se equiparar a grandeza arquitetônica de metrópoles como Rio de Janeiro e São Paulo. Das poucas obras deste período que foram resguardadas, o Mercado faz parte do grupo representativo da produção capixaba do início do século XX.

Conhecido por ser o primeiro mercado construído fora do centro da cidade, abrigava açougueiros, verdureiros e peixeiros. A criação de espaços desta natureza data de uma época em que cabia ao município a responsabilidade de garantir o abastecimento de gêneros alimentícios para a população.

É tombado como patrimônio histórico de Vitória. Suas obras de restauração, concluídas em 2009, resgataram sua estrutura original.

Onde fica

Rua Lisandro Nicoletti, 31, Jucutuquara, Vitória, ES - Ver no mapa

Última atualização em 31/10/2016

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Escadaria Maria Ortiz

Paula Barreto

Escadaria Maria Ortiz

A Escadaria Maria Ortiz, antes chamada de Ladeira do Pelourinho, traz em seu nome a lembrança da vitória dos capixabas sobre piratas holandeses, que tentaram conquistar a ilha durante o século XVII.

Alvo de piratas e de corsários desde a descoberta do Brasil, a cidade de Vitória tem um histórico de vitórias sobre piratas famosos. Um desses invasores foi o corsário holandês Pieter Pieterszoon Heyn (conhecido também como Piet Heyn), que aportou em 10 de março de 1625 e, junto com seus subordinados, atacou a vila na tentativa de conquistá-la. Entretanto, os invasores foram surpreendidos pela imprevista iniciativa da capixaba Maria Ortiz.

A jovem se destacou por incentivar os vizinhos a arremessarem água fervente, brasa, pedras, entre outros objetos, sobre os holandeses que subiam pela então Ladeira do Pelourinho. Os invasores buscavam alcançar o coração de Vitória, a Cidade Alta, e dali o domínio da ilha. Seguindo o exemplo de Maria Ortiz, o povo capixaba conseguiu espantar os holandeses, que retornaram ao seu navio, atracado onde atualmente se encontra a Praça Oito de Setembro, e se foram.

Em 1899, quando a Câmara Municipal decretou a nomeação e numeração de ladeiras, becos, ruas, cais e travessas, a ladeira recebeu o nome de Maria Ortiz, em homenagem à jovem. Trinta e cinco anos depois, em 1924, a mesma ladeira, já reformada, transformou-se na Escadaria Maria Ortiz, inaugurada no dia 15 de novembro.

A escadaria teve como autor o engenheiro Henrique Novaes e era ladeada por belas residências coloniais. Essas moradias, entretanto, foram demolidas para a construção de novos edifícios, dentro do objetivo da época, que era promover a modernização da capital do estado.

Ondefica

Escadaria Maria Ortiz, Centro Histórico, Vitória - ES - Ver no mapa

Última atualização em 09/01/2017

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Escadaria de São Diogo

A Escadaria de São Diogo foi construída ao lado de um antigo forte de proteção de Vitória, o Forte São Diogo, que tinha a posição estratégica de monitorar um dos acessos à cidade alta. A fortificação defendia o braço de mar que entrava pela Baía de Vitória em direção à Praça Costa Pereira e seguia dividido à Fonte Grande e à Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo.

Devido à falta de espaço para expansão da capital, que até então possuía inúmeras fortificações, foi necessário o aterro de parte do canal de Vitória. Com isso, o forte perdeu sua utilidade, sendo removido no século XIX.

O local da escadaria era chamado originalmente de Ladeira da Pedra, como ainda continua sendo denominada a sua parte superior, por não ter na época calçamento algum e uma precária escada esculpida diretamente na pedra bruta. Em 1942, foi construída uma nova escadaria e, com seu estilo eclético, mostrou maior imponência em relação ao desenho anterior característico do passado colonial. Apesar de a escadaria se manter discreta na paisagem da cidade, ainda preserva a importante função de ligar a cidade baixa, a partir da Praça Costa Pereira, à Cidade Alta, próximo à Catedral Metropolitana.

Onde fica

Escadaria São Diogo, Centro Histórico, Vitória - ES - Ver no mapa

Última atualização em 31/10/2016

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Escadaria Bárbara Lindenberg

Foi construída em 1883, na época era iluminada com lampiões a gás e foi refeita durante o governo de Jerônimo Monteiro, ganhando a forma atual através do trabalho do engenheiro Justin Norbert .

Possui quatro estátuas de mármore que representam as estações do ano e duas estátuas centrais. Apesar do nome recente Bárbara Lindemberg, a escadaria é comumente chamada de Escadaria do Palácio.

Onde fica

Escadaria Bárbara Lindemberg, Centro Histórico, Vitória - ES - Ver no mapa

Leia também

Mapa do Centro Histórico de Vitória

Mapa de pontos turísticos da capital

História da cidade

Texto sobre o Centro Histórico de Vitória e Seus Limites

Última atualização em 12/05/2017

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