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Sinal verde para segunda etapa das obras de Emef do bairro Inhanguetá

Publicada em 07/05/2017, às 12h46 | Atualizada em 08/05/2017, às 08h17

Por SEGES/SUB-COM | Com edição de SEGES/SUB-COM

Com colaboração de Daniella Sanz Ramos


Diego Alves

Emef Paulo Freire

Prefeito Luciano Rezende assinou a ordem de serviço para a segunda etapa das obras da Emef Paulo Freire

Foi dado o sinal verde para o início da segunda etapa das obras da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Paulo Reglus Neves Freire, no bairro Inhanguetá.

Foi assinada, na manhã deste domingo (7), a ordem de serviço para os trabalhos. Os moradores comemoraram o pontapé inicial para a conclusão das obras, que ampliarão a oferta de vagas na unidade de ensino, que atualmente funciona em um espaço alternativo.

A nova escola, que deverá ficar pronta em 420 dias, terá capacidade para atender 780 estudantes, ampliando para mais 270 a oferta de vagas. A obra foi priorizada no Plano Plurianual (PPA) 2014/2017, prevendo a construção de 14 salas de aula, além de outros espaços pedagógicos.

O prefeito de Vitória, Luciano Rezende, acompanhado do vice, Sérgio Sá, fez questão de frisar o papel da Educação na formação do cidadão. Ele lembrou sua trajetória na área, tanto como filho de educadora como professor e ex-secretário municipal de Educação.

Ele ressaltou a qualidade da Educação de Vitória, atestada como a melhor do País por entidades nacionais, e disse que, mesmo com o título, trabalha diariamente com sua equipe para melhorar ainda mais a qualidade do ensino da cidade.

Ele afirmou ainda que a escola vai se tornar uma referência na capital. "A nova Paulo Freire será uma das melhores escolas de Vitória, não só em área física, mas em projeto pedagógico", informando que o ecossistema e a história da região serão encampados no projeto político-pedagógico da unidade.

O secretário municipal de Obras e Habitação (Semohab), Sérgio Sá, que também é vice-prefeito, destacou a importância dessa etapa. "A conclusão das obras da Escola Paulo Freire é importante para a cidade de Vitória, pois vai ampliar a oferta de vagas na rede municipal de ensino e particularmente importante para as crianças que moram em Inhanguetá e bairros vizinhos por trazer a sala de aula para mais perto da casa de cada aluno. Nós, da Secretaria de Obras e Habitação, já estamos trabalhando no sentido de fiscalizar o andamento dessa obra para ela ser executada com a qualidade presente em todas nossas obras e concluída no prazo".

Contratação

O prefeito solicitou ainda à empresa que tocará a obra que contrate moradores da comunidade como mão-de-obra. "Peço que contratem os pais e as mães da região como mão-de-obra na construção da escola. Eles farão a escola para seus filhos, seus netos, e cada tijolo colocado será feito com muito carinho".

Obstáculos

Diego Alves

Emef Paulo Freire

Representantes da administração municipal, gestores e lideranças comunitárias prestigiaram a solenidade e comemoraram a assinatura da ordem de serviço

A secretaria de Educação, Adriana Sperandio, lembrou que uma de suas primeiras demandas à frente da pasta, ainda em 2013, foi a conclusão da escola, mas a equipe se deparou com a falta de projeto estrutural e ambiental. Depois, em 2015 e já vencidos os problemas iniciais, esbarrou-se em outro problema, desta vez com a licitação da obra.

"Mas vencemos e estamos retomando a obra, resultado do esforço da Prefeitura para que, mesmo nesse cenário econômico tão adverso, nós destinássemos recursos financeiros para retomarmos a obra, que é uma necessidade desta comunidade, para que professores e estudantes possam ter um espaço pedagógico adequado".

Marco

O presidente da Associação Comunitária de Inhanguetá, Bruno Ribeiro, que tem dois filhos estudantes da escola, ressaltou que a obra é uma conquista da comunidade. "Essa obra está saindo do papel e é um marco para a nossa comunidade. Estamos muito felizes porque confiamos no projeto pedagógico proposto pela Emef Paulo Reglus Neves Freire, mas faltava um espaço adequado que atendesse melhor nossas crianças", disse.

A opinião de Bruno também foi compartilhada por Drica Monteiro, moradora de bairro vizinho, mas que tem um filho de 12 anos que estuda na escola de Inhanguetá. "A construção da nova Paulo Freire é uma vitória para os moradores da região. Vemos que nossa luta para melhorar a qualidade da educação dos nossos filhos não foi em vão. Estamos muito agradecidos por sermos ouvidos".

Quem também fez questão de participar da solenidade foi a professora Zenaira Pererira, do Cmei Yolanda Lucas da Silva, de onde sai grande parte dos alunos que vão estudar na Emef Paulo Reglus Neves Freire, ingressando no ensino fundamental. "Existe um pouco de resistência dos pais em mandar seus filhos para a escola devido à estrutura física, que não está dentro do padrão de qualidade das escolas municipais. Agora, estamos extasiados porque a comunidade vai ganhar uma escola no padrão ideal e, além disso, vamos desafogar a procura pelas outras escolas da região, que ficam sobrecarregadas.

Estrutura

A estrutura da Emef Paulo Reglus Neves Freire será totalmente acessível, composta por dois blocos, sendo um de três pavimentos, que abrigará as áreas administrativas, serviços e pedagógica, e outro térreo, para as quadras esportivas e vestiários, totalizando área de construção de 5.161,70 m².

A escola vai atender alunos do 1° ao 9º ano de Inhanguetá e regiões adjacentes. Contempla, além das salas de aulas e administrativas, sala de música, sala de Educação Artística, sala de dança, laboratório de ciências, sala de vídeo e auditório para 132 lugares com palco. A segunda etapa, conclusiva e de acabamento, foi orçada em R$ 4.931.292,29.


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