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Plano de Metas: Educação de Vitória adota estratégias para avançar no Ideb

Publicada em 12/06/2018, às 16h36

Por SEGES/SUB-COM | Com edição de SEGES/SUB-COM

Com colaboração de Fabrícia Kirmse


André Sobral

Alunos uniformizados da rede municipal de ensino em sala de aula

Prefeitura adota ações para melhorar o aprendizado e o desempenho dos alunos nas Emefs (Ampliar imagem)

A Educação de Vitória trabalha com metas para melhorar cada vez mais a qualidade do ensino oferecido aos seus cerca de 50 mil estudantes. Nas 103 unidades da rede municipal, incluindo Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emefs) e Centros Municipais de Educação Infantil (Cmeis), são desenvolvidos diversos projetos, assessorados por equipes da Secretaria Municipal de Educação (Seme).

O Plano de Metas 2018-2020 de Vitória prevê melhorar ainda mais o desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), indicador criado pelo Inep que reúne os resultados de dois conceitos igualmente importantes para a qualidade da educação: o fluxo escolar e as médias de desempenho nas avaliações.

Com base nos dados de 2015, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, Vitória tem índice de 5,6. Já nos anos finais, de 4,3. A meta é atingir 6 nos anos iniciais e 5,2, nos finais. Para isso, várias ações vêm sendo sistematicamente desenvolvidas nas unidades de ensino.

Inovações

A secretária municipal de Educação, Adriana Sperandio, apontou a inovação e o investimento em formação como itens essenciais na melhora do desempenho educacional.

"Já avançamos muito no Ideb e somos reconhecidos como uma das melhores educações municipais do País. Queremos avançar mais e, para isso, continuamos fazendo investimentos constantes em tecnologias e estratégias inovadoras, com foco em melhorar a docência e também o desempenho dos estudantes. Também investimos em formação e atualização constante dos profissionais da Educação".

Adriana assinalou ainda que o Ministério Público tem atuado juntamente com a Seme no intuito de acompanhar os indicadores de desempenho e acionar as famílias de alunos quando necessário. "Nosso trabalho também é feito junto aos familiares dos  estudantes, além de envolver toda a comunidade escolar".

Aprendizagem real

A subsecretária de Gestão Pedagógica, Janine Mattar Pereira de Castro, reforçou a ideia de que as inovações são necessárias e contribuem muito para o processo educativo.

"O processo educacional escolar só se efetiva na medida em que se traduz em aprendizagem real por parte dos estudantes. Nesse sentido, as inovações pedagógicas são necessárias para dinamizar o currículo escolar com impacto positivo na melhora do desempenho dos estudantes".

Como avançar

Divulgação/Instituto Marlim Azul

Alunos da Emef Eber Louzada Zippinotti participam de oficina de cinema

Alunos têm acesso a novas metodologias e tecnologias nas unidades de ensino

Como melhorar o desempenho dos estudantes? Segundo a gerente de Ensino Fundamental, Angela Fiorio, essa é uma pergunta muito recorrente entre as equipes escolares, gestores e equipe técnica da Seme.

"Se essa realidade ainda se repete, isso significa que temos muito a fazer para melhorar essa situação. E de fato, muito tem sido feito nessa direção, a fim de adotar algumas estratégias com efeitos significativos na busca por fazê-los aprender mais e melhor", ponderou Angela.

Ações

Angela Fiorio assinalou que muitos fatores interferem de modo significativo na melhora do Ideb, como a aplicação das Diretrizes Curriculares do Ensino Fundamental, documento orientador que confere unidade em torno do trabalho pedagógico desenvolvido nas escolas.

Ela disse que outras estratégias com bons resultados têm sido utilizadas na rede municipal de ensino, entre elas, avaliação constante para identificar as dificuldades de aprendizagem dos estudantes, apoio na aprendizagem por meio de atividades diferenciadas, incluindo metodologias, recursos e uso do espaços-tempo, que possibilitem uma avaliação constante e processual das ações curriculares vivenciadas no cotidiano escolar.

Salas Ambientes

Um bom exemplo de inovação são as chamadas salas ambientes. A primeira transformação observada por uma professora, em seu relato, foi a mudança na indisciplina da turma, ao adotar a organização das salas de aula no modelo ambiente, ou seja, uma sala específica para determinada disciplina, como Geografia, Matemática e Português. Ao invés do professor ir até a turma para dar aula, os alunos se deslocam até a sala ambiente da disciplina.

"A ideia, nessa dinâmica de trabalho, é fazer com que os estudantes interajam com maior número de recursos e materiais pedagógicos e tenham mais condições de estabelecer relações entre o conhecimento e a vida", explica Angela.

A iniciativa viabiliza mais oportunidades de aprendizagens aos estudantes, favorecem o planejamento de sequências de atividades assegurando a continuidade do trabalho, além de potencializar a pesquisa, envolvendo-os na proposta da escola.

"Ler e escrever, interpretar, raciocinar e resolver problemas fazem parte de todas as áreas de conhecimento. A partir desse entendimento, muitos professores transformaram suas práticas e melhoraram a aprendizagem dos estudantes ao se valerem de práticas pedagógicas inovadoras", finaliza a gerente.


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