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Mercado da Capixaba: projeto cultural-gastronômico com Rua de Pedestres

Publicada em 09/03/2019, às 10h45 | Atualizada em 09/03/2019, às 11h41

Por SEGES/SUB-COM | Com edição de Deyvison Longui

Com colaboração de Danielly Campos e Regina Freitas


Victor Nogueira

Artesanatos pendurados, e em cima de mesa

A proposta é que o local se transforme num charmoso centro cultural e gastronômico da cidade.

O Mercado da Capixaba, no Centro Histórico de Vitória, que está atualmente interditado pela Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros, passará por obras de restauração pelo município e se transformará em um charmoso centro cultural e gastronômico.

Entre as novidades da intervenção estão a abertura das entradas originais do imóvel das Ruas Desembargador Orelly de Souza e Araribóia e a criação de uma rua de pedestres na Araribóia.

Essa proposta de uso do Mercado da Capixaba já foi aprovada pelo Conselho Municipal de Cultura, e o projeto arquitetônico no Conselho Estadual.

A Secretaria de Desenvolvimento da Cidade (Sedec) concluiu os projetos de restauro da fachada, do telhado e a implantação da calçada cidadã do Mercado da Capixaba, incluindo a Rua de Pedestres.

Ícone do Centro

"O Mercado da Capixaba é um ícone da história do Centro e também está recebendo total atenção da nossa gestão, junto com uma infinidade de outras ações que valorizam o nosso Centro", disse o prefeito de Vitória, Luciano Rezende.

Projetos complementares

Agora, a Sedec trabalha na contratação dos projetos complementares da parte interna do Mercado. “A ideia é que ele seja gerenciado pela iniciativa privada e que tenhamos vários estabelecimentos com atividades ligadas à cultura e à gastronomia local em funcionamento, movimentando e valorizando nosso Centro Histórico”, disse o secretário de Desenvolvimento da Cidade, Márcio Passos.

A Rua de Pedestres possibilitará a abertura de atividades comerciais para a Rua Araribóia, que atualmente é pouco movimentada. O projeto prevê também a reabertura dos vãos internos e busca garantir a acessibilidade plena ao imóvel, que é uma das edificações históricas mais expressivas da cidade da década de 1920.

Concessão

Atualmente, o Mercado da Capixaba está interditado pela Defesa Civil Municipal e pelo Corpo de Bombeiros sem nenhuma autorização de funcionamento. Os comerciantes que lá atuavam tiveram seus contratos encerrados, pois acabou a validade e não foram renovados, e a utilização do local coloca em risco a vida das pessoas.

A contratação de empresa para realização das obras de reforma da fachada está prevista para acontecer até o final deste ano. A prefeitura de Vitória, o governo do Estado e a iniciativa privada estão em diálogo para definição das parcerias visando tornar o espaço num centro cultural e gastronômico, cuja concessão seguirá o modelo de gestão por uma única empresa.

Atrativo turístico

"A restauração do Mercado da Capixaba é mais um passo para a revitalização do Centro, tornando-o mais um ponto turístico com a certeza de entretenimento para o morador e para o visitante", apontou o presidente da Companhia de Desenvolvimento, Inovação e Turismo de Vitória (CDV), Leonardo Krohling.

Kadidja Fernandes

Fachada do Mercado da Capixaba

Atualmente, o Mercado da Capixaba está interditado e os comerciantes que lá atuavam tiveram seus contratos encerrados.

Krohling ainda complementou: "O Centro de Vitória tem recebido várias atenções do poder público municipal. A Fafi e o Sesc Glória foram recentemente restaurados, e logo teremos também o Saldanha da Gama. Esses equipamentos, somados aos monumentos do Visitar Centro Histórico e o Palácio Anchieta, formam um circuito cultural na região".

Símbolo cultural

Para o secretário municipal de Cultura, Francisco Grijó, "o restauro desse símbolo cultural de Vitória, que é o Mercado da Capixaba, é a expressão do respeito que o poder público tem com a Cultura, com a identidade do capixaba, com sua história e com sua população, trabalhando para devolver à cidade esse tão importante espaço cultural".

História

A construção do prédio foi iniciada em 29 de maio de 1925. Sua inauguração em novembro de 1926. O Mercado Municipal foi uma das importantes obras do governo Florentino Avidos (1924/28). Em estilo eclético, o edifício tem forma de um trapézio, amplo pátio com quatro acessos e marcações em relevo na fachada. Possui frontão que marca a entrada principal para a avenida. Jerônimo Monteiro.

Na década de 1960, com a construção do Mercado da Vila Rubim, o mercado deixou de desempenhar sua função original, começando a mudar de uso. Nessa época, as esquadrias que abriam para o pátio interno foram todas fechadas. Em 1996, houve uma reforma para funcionar a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. Em outubro de 2002, houve um incêndio na edificação, que foi recuperada.


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